O que é realmente necessário? Suplementos vs. Alimentos

O que é realmente necessário? Suplementos vs. Alimentos

Se você está interessado em esportes e nutrição, provavelmente você já deve ter ouvido falar de suplementos dietéticos. Quase qualquer micro ou macronutriente que você precisa está disponível para você em forma de pó ou de cápsulas.


Nos esportes, suplementos alimentares são um tema extremamente quente. E altamente debatido. Desenvolvimento muscular, regeneração e um impulso no desempenho são apenas algumas das vantagens que os fabricantes anunciam. Mas o que exatamente são suplementos alimentares? Eles são realmente necessários? E quais são os alimentos naturais que nos proporcionam essas vantagens? Leia mais para descobrir.


O que são suplementos alimentares?

Como indicado na embalagem, suplementos alimentares servem para complementar a sua nutrição normal. Disponíveis em pó ou em forma de cápsulas, podem conter vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos graxos e fibras também. Os suplementos dietéticos  que apenas consistem de proteína também são encontrados na industria esportiva.

Será que realmente precisamos de suplementos?

As pessoas precisam de micro e macronutrientes como proteínas, vitaminas e minerais para que organismo funcione da melhor maneira. Se seguirmos uma dieta saudável e equilibrada, conseguimos tudo de importante que o nosso corpo necessita. Neste caso, tomar suplementos dietéticos não seria necessário.

No entanto, em alguns casos, pode haver um aumento da necessidade de certos macros e micronutrientes que, apesar de uma dieta equilibrada e diversificada, não podem ser consumidos ou só com grande dificuldade. Neste caso, o uso de suplementos dietéticos faz sentido. Um exemplo é o ácido fólico, uma vitamina B que é necessária em quantidades aumentadas antes e durante a gravidez. Suplementos de ácido fólico são recomendados por médicos para proteger o bebê de complicações.

Se você é um atleta, você também pode ter uma maior necessidade de certos nutrientes. Devido à atividade física, você vai precisar mais desses nutrientes que as pessoas que não são tão ativas.


 Prós e contras do uso de suplementos alimentares

Suplementos alimentares contêm nutrientes em uma forma altamente concentrada. Portanto a recepção recomendada e as necessidades são supridas muito rapidamente. 
Tomar suplementos alimentares também pode ter um efeito psicológico e motivador. Mas nem tudo o que brilha é ouro. Os suplementos dietéticos são caros e, se utilizados incorretamente, podem levar a efeitos colaterais. Consumo excessivo de nutrientes individuais pode perturbar o equilíbrio de nutrientes, prejudicando o organismo. Além disso, se baseando apenas na utilização de suplementos alimentares para melhorar o desempenho, existe o risco de que outros fatores importantes sejam negligenciados.

Todos os nutrientes, que os complementos alimentares contêm, também podem ser encontrados em alimentos naturais. Aqui vamos lhe apresentar 3 suplementos dietéticos e mostrar quais os alimentos que você pode escolher em seu lugar.

FERRO

Ferro, um componente dos glóbulos vermelhos, desempenha um papel importante no transporte de oxigênio. Os glóbulos vermelhos são cada vez mais destruídos através da alta tensão mecânica, por exemplo durante o treinamento de alta intensidade. O ferro é um elemento essencial para a criação de novas hemácias. Portanto, você, como um atleta, deve incluir bastante ferro em sua dieta. Mas não necessáriamente através de suplementos.


Os seguintes alimentos contêm ferro: Carne, vegetais de folhas verdes, salsa, lentilhas ou cenouras

Cuidado: Existem substâncias que prejudicam a ingestão de ferro, tais como o ácido oxálico, que é encontrado no espinafre, embora espinafre contém uma grande quantidade de ferro. No entanto, o ácido oxálico impede o organismo de absorver a totalidade dele. Portanto, não é apenas importante que o alimento tenha um alto teor de ferro; a quantidade que o corpo pode efetivamente absorver também é essencial. Em contraste, a vitamina C e ácidos aminados ajudam na ingestão de ferro.

CREATINA

A creatina é o suplemento dietético mais conhecido no esporte. Ela é sintetizada no fígado e nos rins através dos ácidos aminados glicina, arginina e metionina. A creatina melhora o desenvolvimento muscular e desempenha um papel particular no nosso corpo, quando é necessário um fornecimento rápido de energia. O corpo é capaz de sintetizar cerca de metade da creatina necessária. A outra metade deve ser ingerida através dos alimentos.


Fontes de creatina: carne (principalmente vermelha, como carne bovina e de cordeiro) e peixe.

ZINCO

O zinco, um componente de numerosas enzimas do nosso corpo, é responsável pelo funcionamento do metabolismo celular. Grandes quantidades de zinco são perdidas devido ao aumento da transpiração durante a atividade física.


Veja como você pode atender às suas necessidades de zinco: Queijo Emmental e Edam, aveia, ostras ou sementes de abóbora

Cuidado: Super dosagens em oligoelementos podem levar a sérios efeitos colaterais, tais como náuseas e vômitos. Além disso, existe um risco de deficiência de cobre, uma vez que o zinco se liga ao cobre, impedindo desse modo a sua absorção no organismo.

Suplementação não é um tema fácil. Antes de tomar a decisão de tomá-los, pesquise. Descubra se eles são realmente necessários para você. E lembre-se, todos estes suplementos podem ser encontrados em alimentos naturais. Uma dieta saudável e equilibrada sempre vence.

Fonte: freeletics.com




Receita caseira Botox natural

Receita caseira Botox natural

Os sinais da idade, como rugas e linhas, não passam despercebidos do olhar crítico das mulheres. Não é à toa que, segundo estimativas da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica e Cosmética, o crescimento dos procedimentos com a toxina botulínica, em dez anos, cresceu 446%. Mas será que o botox natural não poderia ter um efeito semelhante?

Ingredientes como abacate, mel e iogurte podem ser alternativa à toxina botulínica 

As estimativas médicas avaliam que a procura pela aplicação do botox ocorre cada vez mais cedo. Há, até mesmo, quem busque o tratamento como alternativa de prevenção das rugas – antes dos 30 anos. Porém, nem sempre é necessário recorrer à aplicação da toxina como primeira opção. Que tal experimentar um procedimento caseiro?

Aprenda a fazer um botox natural

O botox natural é feito com ingredientes caseiros, que podem ajudar a amenizar os efeitos da idade: rugas, linhas de expressão e bolsas abaixo dos olhos. Alguns médicos, inclusive, recomendam esse tratamento caseiro, por ser mais barato e oferecer menos riscos. É o caso do Dr. Oz, que participava do programa de Oprah Winfrey.

Os defensores desse tipo de botox sugerem que, se usados na forma e na quantidade correta, os ingredientes podem proporcionar tantos benefícios para a pele quanto a toxina botulínica produzida em laboratório.  Para isso, você não precisará de nada mais do que alguns itens básicos, que você provavelmente já possui em casa.

Uma das receitas de botox natural pode ser feita apenas com iogurte, mel e banana. Nesse tratamento de combate às rugas, o iogurte age liberando ácido lático na pele, promovendo uma esfoliação e, consequentemente, a remoção de células mortas. O mel, por sua vez, hidrata profundamente a epiderme.

Para fazer a máscara com os ingredientes citados, é preciso ter em mãos: meia banana de tamanho médio, ¼ de xícara de iogurte e uma colher de chá de mel. Basta esmagar a banana e misturar com os demais produtos. Depois, aplicar no rosto e deixar agir por 15 minutos. Por fim, é só enxaguar o rosto com água fria.
Há, também, outra alternativa para quem almeja um resultado mais intenso e duradouro. Nesse caso, o botox natural é feito com mel, óleo de coco extra-virgem e abacate. O procedimento é feito em etapas: primeiro, deve-se aplicar apenas o mel sobre o rosto e deixar agir por 30 minutos.

Em seguida, é necessário lavar o rosto com água morna para, então, aplicar o mel e o óleo de coco, batidos como um creme em toda a região da face. Depois de deixar agir por mais 30 minutos, é a vez de reaplicar o mel com a polpa do abacate. Após aguardar os 30 minutos finais, basta enxaguar o rosto com água morna.

Botox natural: cuidados

Antes de fazer qualquer procedimento caseiro, é importante conversar com o seu dermatologista para avaliar se você não possui nenhum tipo de contraindicação. Tome um cuidado especial para garantir que você não tem alergia a nenhum dos ingredientes utilizados no botox natural.

Além disso, é importante seguir as recomendações em relação à quantidade dos ingredientes e a periodicidade dos tratamentos. Eles podem variar dependendo do seu tipo de pele: algumas são mais sensíveis do que outras. Por isso, converse com um profissional especializado.

Fonte:doutissima.com.br


Confira kit básico e essencial de maquiagem

Confira kit básico e essencial de maquiagem

O kit básico de maquiagem é um verdadeiro salva-vidas da beleza feminina. Nunca se sabe quando vai surgir um momento importante no meio da rotina, que exija um look mais elaborado. Por isso, ter alguns cosméticos sempre à mão é indispensável. Eles têm poder transformador sobre a aparência.


Antes de definir o que não pode faltar no seu kit básico de maquiagem, considerem quais são os produtos de make que você mais gosta. Principalmente porque o essencial varia de pessoa para pessoa. Por exemplo: se você não gosta de batom, não há necessidade de garantir um espaço a ele no necessaire.

Kit básico de maquiagem precisa ser compacto para não ocupar muito espaço.

Saiba o que levar no kit de make

Depois de considerar quais são os produtos de make dos quais vocês não abre mão, selecione um item de cada para integrar a nécessaire. Lembre-se de que ela precisa ser compacta e prática, sem ocupar muito espaço na bolsa. Por isso, dê preferência a elementos básicos e com tonalidades fáceis de combinar entre si.

Quer algumas dicas? Abaixo estão algumas sugestões para compor seu kit básico de maquiagem. Mas lembre-se: você também pode substituir determinados cosméticos por outros, de acordo com a sua necessidade:

1. Base e corretivo
Uma pele bonita e equilibrada já é um enorme diferencial. Por isso, certifique-se de levar sempre uma base com boa cobertura para aplicar por todo o rosto e um corretivo para corrigir as imperfeições. Eles são aliados importantes, não importa onde você estiver.

2. Pó compacto
O pó é item must have para as mulheres que têm a pele oleosa. Ele ajuda a dar um acabamento mais seco ao rosto. A dica é aplicar sempre na zona T (testa, nariz e queixo).

3. Batom
Se você ama batons, leve sempre dois no nécessaire. Um básico para o dia a dia, em tons de marrom ou nude, e outro poderoso para a noite, em roxo ou vermelho.

4. Blush
O tom ideal de blush varia dependendo da cor da pele, mas é indispensável para todas as mulheres, pois proporciona um toque de vigor ao rosto. As morenas podem apostar nos terracotas e as com pele clara devem dar preferência aos corais.

5. Máscara para cílios
Para destacar o olhar e dar volume aos cílios, a máscara é insubstituível. Mantenha sempre uma por perto.

Kit básico de maquiagem: como montar?

Uma boa sugestão para montar o kit de maquiagem é fazer uma lista. Verifique os produtos com os quais você está familiarizada e se há algum do qual você está sentindo falta. A partir daí, defina se é necessário ir às compras ou apenas aproveitar os cosméticos que já possui.

É importante lembrar, também, que os produtos para a pele devem ser escolhidos de acordo com a sua tonalidade. Caso tenha dúvidas em relação a isso, ou não saiba qual marca escolher, uma boa dica é consultar um dermatologista. A opinião profissional poderá auxiliar na escolha de produtos de make duráveis e pouco agressivos à pele.

Outra dica preciosa é ter em mãos, também, algum cosmético para retirar a make. Afinal, manter a pele limpa e livre de resíduos é superimportante. Os lenços removedores de maquiagem são uma opção fácil e prática, pois ajudam a deixar a epiderme fresca e hidratada com rapidez.

Fonte: www.adoromaquiagem.com.br

10 ALIMENTOS CONTRA A GRIPE

10 ALIMENTOS CONTRA A GRIPE

Está sentindo que tem uma gripe se aproximando e já está determinado a não deixar que ela interfira no seu treinamento? Nós já te demos algumas dicas sobre como lutar contra a gripe. Mas prestar atenção na alimentação é o modo mais efetivo. Então, aqui vão os 10 alimentos que vão manter seu sistema imunológico forte. Pronto para lutar contra a gripe que ameaça o seu progresso?


Açaí

Uma pequena fruta com um grande impacto. Os antioxidantes encontrados nessas frutinhas protegem suas células e, portanto, defendem nosso organismo contra vírus e bactérias. Com uma composição química melhor do que os outros frutos silvestres, como morangos ou framboesas, o açaí é a sua passagem para um organismo saudável e para lutar contra doenças.

Amêndoas

Contendo quase 50% da recomendação diária de vitamina E em apenas um copo, as amêndoas não só melhoram o seu sistema imunológico, como também reduzem o estresse, outra causa de gripes.

Brócolis

Cheios de vitamina A, C e da antioxidante glutationa, o brócolis é um impulsionador básico do sistema imunológico. A melhor maneira de garantir que você tenha o suficiente dela? Troque as suas fritas por um acompanhamento de brócolis.

 Kiwi

A vitamina C é necessária para o bom funcionamento do sistema imunológico. Então não há dúvidas de que o kiwi, que contém 50% da quantidade diária recomendada de vitamina C, vai te ajudar a combater a gripe. Ele já foi, inclusive, classificado como a fruta mais saudável do mundo. Confie em nós, vale a pena experimentar.

Acerola

Nunca ouviu falar de acerola? Também é conhecida como a Cereja de Barbados, Cereja do Oeste da Índia ou como Semeruco, é uma fruta parecida com a cereja, com alto teor de vitamina C. Com seu alto teor de vitaminas e minerais, ela é usada como suplemente vitamínico para fortalecimento do sistema imunológico e é ideal para cuidados com a pele. Adicione ao seu suco verde para dar a ele um toque cítrico.

Gengibre

Porque o gengibre é tão bom em um dia frio? Ele não só te aquece de dentro para fora. Você já percebeu como ele te faz suar? Essa é uma das razões pela qual é tão eficaz para curar um resfriado. Esse tipo de transpiração não só estimula a desintoxicação, como contém um agente bactericida que ajuda a combater infecções. Então não tenha medo de adicioná-lo a qualquer coisa que tenha vontade. Ele é especialmente gostoso em chás, sobremesas e molhos.

 Cúrcuma

A cúrcuma é um ingrediente mais conhecido no preparo de molhos e é, de longe, uma das especiarias mais saudáveis que você pode encontrar. A curcumina, o princípio ativo presente nela, tem ação antiviral, antifúngica e anti-inflamatória. Todas estas ações melhoram o sistema imunológico. Nossa dica: crie suas próprias receitas de molhos nesse inverno utilizando bastante cúrcuma pelo sabor e pela saúde. 

Mirtilos

Sendo um dos superalimentos mais conhecidos, os mirtilos fazem de tudo. Desde melhorar sua capacidade intelectual até melhorar sua pele. Portanto, sem dúvidas, eles também fazem maravilhas pelo sistema imunológico. Junto com o açaí e a acerola, eles estão em primeiro lugar no mundo dos antioxidantes. Já está bem claro que estas frutas, ainda que pequenas, são poderosas e com certeza vão fortalecer seu organismo para combater a gripe.

 Alho

O padrinho dos alimentos fortalecedores do sistema imunológico. Um dente de alho contém 5 mg de cálcio, 12 mg de potássio e mais de 100 compostos sulfúricos. Ele vem sendo usado há anos para a prevenção de tudo desde um resfriado comum até a peste. Ele é mais efetivo cru, então não tenha vergonha de colocar bastante alho no seu guacamole nesse inverno.

Iogurte

O que difere o iogurte dos outros laticínios? Os probióticos que ele contém são bactérias saudáveis que protegem seu intestino e lutam contra microorganismos patógenos. Nestes termos, eles ajudam a fortalecer todo o sistema imunológico. Assim você poderá continuar a sua luta com ótimas condições.

Fonte: freeletics.com


Gorduras boas, gorduras ruins - o que está por trás delas?

Gorduras boas, gorduras ruins - o que está por trás delas?

Nem toda a gordura é um inimigo. Ela pode ter uma reputação má, mas se você evitá-la completamente, alguma coisa estará faltando. Por quê? A gordura é uma fonte de energia muito importante para o seu corpo e para o seu treino. Então precisamos definir uma medida certa. Vamos definir quais as melhores fontes de gordura e qual o tamanho mais saudável das porções: Aqui está tudo o que você precisa saber sobre gorduras. Não importa se ela está no nosso alimento, sangue, tecidos do corpo, a gordura tem uma péssima reputação – ainda que, na realidade, seja vital. Nos alimentos, faz parte do grupo dos macronutrientes, assim como as proteínas e os carboidratos, fornecendo energia ao nosso organismo. No sangue e no metabolismo, é substrato para a síntese de diversos hormônios, transportador de muitas vitaminas e um fornecedor de energia. Nos tecidos, faz parte do desenvolvimento de outras estruturas, tais como membranas celulares e nervos, protege articulações e órgãos, além de nos manter aquecidos.


Quando falamos da gordura como um nutriente, ela é, de longe, o macronutriente mais complexo e mais variado. Ainda que os efeitos das proteínas e dos carboidratos seja mais fácil de entender, é sobre as gorduras que nós fazemos generalizações mais frequentemente. Mas as gorduras, em todos os seus subtipos e variações, deve ser mantida em alta estima – com respeito tanto pela relação entre os diversos subtipos, quanto pelos outros macro e micronutrientes. Nos parágrafos seguintes nós vamos apresentar os fatos mais basicos a respeito das gorduras antes de nos aprofundarmos num próximo momento.

Como as gorduras são estruturadas?

Tendo o carbono como base. As gorduras são nutrientes orgânicos. Dependendo da quantidade de átomos de carbono na molécula de uma gordura, ou de um ácido graxo, ele é considerado um ácido graxo de cadeia curta, média ou longa. Independentemente da sua natureza química, gorduras de ocorrência natural fornecem 37 quilojoules (kJ) por grama (9.3 quilocalorias por grama) de energia.

De uma perspectiva nutricional, especialmente quando falamos de digestão, o comprimento da cadeia de uma gordura tem um papel importante, o que significa que, com o aumento da cadeia – como carboidratos – a sua decomposição é mais lenta e demanda mais tempo.

Mais importante para a nossa alimentação, no entanto, é a natureza das ligações entre os carbonos da cadeia. Baseado nisso, as cadeias são classificadas como saturadas, mono-insraturadas ou poli-insaturadas. Além do mais, também existem as gorduras-trans, que são ácidos graxos insaturados, mas em um local específico.

Normalmente os carbonos são ligados por uma ligação simples. Se uma dessas ligações for uma dupla ligação, esse ácido graxo é chamado monoinsaturado. Cadeias com duas ou mais duplas ligações são chamadas poli insaturadas. O número no nome “Omega 3″ se refere, não ao número de duplas presente na cadeia, mas sim à posição onde se encontra a primeira dupla ligação, a partir de uma ponta especifica da molécula (esse caso a ponta omega).



De quais tipos de gordura nós precisamos?

Ácidos graxos saturados, como os presentes em manteigas e gorduras de carne, por exemplo, não são essenciais. Isso significa que o organismo – através de vias metabólicas próprias – é capaz de produzí-las a partir de outras substâncias. Ácidos graxos insaturados e todos os seus subtipos,  no entanto, são essenciais e devem ser absorvidos através da alimentação. Saturados ou insaturados, ambos os tipos são de ocorrência animal e vegetal. Mas a ocorrência de ácidos graxos insaturados em plantas é bastante maior. Porém, a extração dos vegetais, ao contrário dos animais, é um pouco mais complicada e mais cara.

Frequentemente nós falamos sobre os ácidos graxos insaturados e destacamos a sua importância, enquanto que os saturados são – ainda que igualmente vitais – descritos como danosos. Essa reputação vem de um conjunto de gorduras saturadas presentes nos alimentos modernos. Uma ingestão desproporcional de ácidos graxos saturados está ligada a diversas doenças da sociedade moderna, como obesidade, altos níveis sanguíneos de lipídeos e o entupimento das artérias. Enquanto que um desbalanço em favor dos ácidos graxos insaturados promove e pode levar a um quadro inflamatório, já que eles tendem a interagir com radicais livres. Como resultado, a relação do consumo de ácidos graxos insaturados e saturados é de primeira importância.

Mas qual é a gordura ruim?

As gorduras trans ou (parcialmente) hidrogenadas são as únicas que não são vitais e podem ser danosas ao organismo. O aquecimento – principalmente industrial – leva a uma mudança conformacional na molécula que a torna mais estável e mais duradoura. As posições das duplas ligações também é alterada no processo. Por essa razão nós encontramos grandes quantidades de gorduras trans nos alimentos prontos, fast-food e frituras e embutidos. O corpo não pode, de maneira efetiva, metabolizar este composto alterado sinteticamente de uma maneira útil, porque a estrutura espacial consiste em uma gordura saturada, apesar de ser insaturada (devido às mudanças nas posições das duplas ligações).

Por esse motivo as gorduras trans estão sempre linkadas à inflamação e ao aumento dos depósitos do colesterol LDL nos vasos e, portanto, constituem em uma ameaça ao coração e à circulação.

Nesse momento vale a pena mencionar que os ácidos graxos trans tem uma pequena ocorrência em produtos de origem animal (como o leite, por exemplo) resultante de processos metabólicos de bactérias, particularmente no trato gastrointestinal de ruminantes, bem como em alguns óleos, quando submetidos a altas temperaturas (assados, por exemplo).



Gordura não é só gordura!
Um excesso no consumo de gorduras saturadas é o responsável pela péssima reputação que elas têm. Quando se fala em gordura, o objetivo deve ser, não o de diminuir seu consumo, mas sim, selecionar os tipos para que a proporção apropriada seja alcançada. Em primeiro lugar, é a qualidade da gordura que conta. O que não significa que a quantidade não seja importante. Como com todos os nutrientes, é uma questão de encontrar um equilíbrio. Ainda assim, a chave aqui é a qualidade – ou o tipo – da gordura.
A gordura é a nossa maior reserva de energia. É por isso que você precisa dela para o seu treino. Mas você também precisa ter certeza de que você está queimando do jeito certo.

Fonte: freeletics.com



12 alimentos que estimulam a inteligência

12 alimentos que estimulam a inteligência

Você é o que você come e seu desempenho intelectual também entra nessa fórmula.Alimentos que estimulam a inteligência são capazes de melhorar o envio de mensagens entre os neurônios (sinapses), mas há aqueles que podem afetar negativamente o trabalho do cérebro.

Alimentos também influenciam no desempenho intelectual das pessoas.

12 alimentos que estimulam a inteligência

De acordo com a nutricionista e mestre em saúde coletiva Jureci Siqueira Machado, a lista abaixo está repleta de alimentos que estimulam a inteligência e que contêm nutrientes importantes para o funcionamento do cérebro:

1. Folhas verdes escuras


2. Iogurte


3. Sementes


4. Grãos


5. Azeite de oliva


6. Alimentos integrais


7. Ovos


8. Soja


9. Aveia


10. Peixes


11. Uvas


12. Frutas cítricas


Nesses alimentos estão contidos uma lista de ingredientes que melhoram o funcionamento do cérebro. São eles:

– Zinco, selênio, ferro e fósforo
Minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro ativo. Estão presentes em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro.

– Vitamina E
Tem poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

– Vitamina C
Famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-germinadas, assim como na maioria das frutas, efetivamente na banana (nesse caso, ela estimula o neurotransmissor responsável pelo bem-estar )

– Vitaminas do complexo B
Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios e estão presentes nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas.

– Bioflavonóides
São polifenois com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro. Outro alimento que contém essa substância é o cacau, que  também proporciona bem-estar e tranquilidade.

– Colina
Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. É encontrada na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

– Acetil-colina
Um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Está presente nos mesmo alimentos que possuem colina.

– Fosfolipídeos (entre eles, a lecitina)
Funcionam como um detergente, desengordurando todos os sistemas por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.  

Faz mal para a cabeça

A nutricionista Jureci alerta que uma dieta quase exclusivamente proteica causa a cetose, uma reação danosa para o cérebro. Isso acontece quando o corpo passa a usar a energia acumulada em forma de gordura como combustível principal por falta de carboidratos.

Ainda há outros vilões, que infelizmente estão presentes em muitos dos alimentos industrializados. O açúcar em excesso pode desregular alguns receptores pré-sinápticos, causando ansiedade e diminuindo a concentração. Já a gordura, principalmente a trans, desregula a permeabilidade dos neurônios.

Fonte: canaldoensino.com.br













Tipos de arroz e os benefícios de cada um

Tipos de arroz e os benefícios de cada um

Um dos ingredientes mais vistos nas refeições brasileiras é com certeza algum dos tipos de arroz. Como acompanhamento do tradicional feijão, o mais comum é o branco polido, mas existem outras versões desse grão disponíveis no mercado. Conhecer as variedades é importante para usufruir desse alimento tão nutritivo.


Diferentes culturas usam diferentes tipos de arroz




Os tipos de arroz variam conforme o gosto e também conforme a descendência cultural. Os japoneses têm sua preferência, os italianos e os tailandeses também.  Alguns pratos típicos desses locais pedem o grão utilizado na origem.
Hoje já é possível encontrar uma grande variedade nas prateleiras do supermercado. Cada variedade tem propriedades nutricionais diferentes, além da textura após o cozimento.


Conheça mais sobre os tipos de arroz

A nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Nadia Almeida de Souza, explica as diferenças entre cada tipo de arroz e como preparar da melhor maneira.

1. Integral

Esse tipo é fervido com casca, por uma hora, em tanques abertos e espalhados no chão para secar. Ele não é descascado nem polido, assim contém mais fibras e vitaminas que o arroz branco.
Dos tipos de arroz, é o grão com a maior quantidade de gordura boa, que ajuda a regularizar o funcionamento intestinal, além de aumentar a sensação de saciedade. Esse grão pode ser cozido em panela de pressão por 10 minutos após o início da pressão.

2. Polido ou arroz branco

É a base da alimentação dos brasileiros, rico em carboidratos e pouca proteína. Combinado com o feijão, ele forma um composto de aminoácidos mais completo. Essa versão, porém, pode causar constipação intestinal. Para cozinhar uma xícara de arroz, use duas xícaras de água e cozinhe por 20 minutos.

3. Selvagem ou preto

Dos tipos de arroz, esse é de grão longo e fino, coloração negra por fora e branca por dentro. Essa variedade contém mais proteínas e fibras que o arroz comum.
Sua única desvantagem é o tempo de cozimento. Por ser mais duro que o arroz branco, são necessárias três xícaras de água para cada medida igual do grão.

4. Arroz sanishiki ou japonês

É a variedade utilizada na culinária japonesa. Esse arroz não precisa de sal e óleo no cozimento. A variedade possui maior quantidade de carboidratos, por conter mais amido em sua parte externa. Para cozinhar, basta combinar a mesma medida de água e de arroz em uma panela.

5. Parboilizado

Dentre os tipos de arroz, esse grão inteiro é deixado em água fervente por oito horas. O procedimento deixa a casca solta, facilitando a moagem.
Essa variedade tem um valor nutricional maior que o arroz comum, pois as vitaminas são permeadas para dentro do grão. No cozimento, ele fica mais soltinho, mas apresenta um sabor acentuado. Ao cozinhar, utilize duas xícaras e meio de água para duas xícaras de arroz.

6. Jasmim ou aromático

É um arroz de textura macia e úmida, muito utilizado na culinária tailandesa. O arroz jasmim fica em segundo lugar em relação à quantidade de proteínas e seu aroma é bem forte.
Para o cozimento, é possível utilizar chá de jasmim no lugar da água, na medida de uma xícara de arroz e duas e meia de líquido.

7. Arroz arbóreo

É uma variante italiana de grão médio e levemente amarelado. Sua textura cremosa o torna ótimo para o preparo de risotos.
A desvantagem dessa variedade de arroz é que ela possui maior quantidade de carboidratos por ter mais amido, que é o que deixa aquela textura aveludada nos pratos. Para cada medida de arroz, use quatro de água ou caldo.

Fonte: doutissima.com.br